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Ataque ao Irã: O que Aconteceu e Possíveis Consequências

Uma ofensiva militar envolvendo Estados Unidos e Israel foi desencadeada, justificando-se com alegações sobre o programa nuclear iraniano. Os ataques resultaram em retaliações imediatas e impactaram o alto escalão do regime de Teerã. Especialistas alertam para uma incerteza crescente acerca da escalada nuclear.

A ofensiva teve início após semanas de tensões diplomáticas, com os dois países alegando que havia um risco iminente ligado ao programa nuclear do Irã. Diversas cidades iranianas foram alvo dos ataques, que provocaram retaliações com mísseis direcionados a Israel e a bases militares americanas na região.

O conflito resultou em mais de 550 mortos no Irã, incluindo membros do alto escalão do regime, como o Líder Supremo, que foi uma das principais baixas.

Motivação dos Ataques

As alegações centrais para a ofensiva giram em torno da possibilidade de que o Irã esteja buscando desenvolver armas nucleares. Embora o regime negue tais intenções, os ataques foram realizados após fracassos nas negociações entre os EUA e o Irã para um acordo nuclear.

Desenvolvimento dos Ataques

Os ataques começaram na madrugada de sábado, 28, com operações aéreas e marítimas. Cidades como Teerã, Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah foram atingidas.

Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases militares dos EUA localizadas no Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Emirados Árabes.

Principais Baixas

O ataque resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo do Irã, além de outros altos oficiais, como o ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour. O ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad também foi confirmado como uma das vítimas.

Com a morte de Khamenei, o aiatolá Alireza Arafi assumiu interinamente o comando do país, liderando um conselho que buscará escolher um novo líder permanente rapidamente.

Reações e Possíveis Desdobramentos

O ex-presidente Donald Trump afirmou que as operações militares continuarão nos próximos dias, prevendo um período de pelo menos quatro semanas de ações militares. Recentemente, Israel atacou Beirute, capital do Líbano, após disparos do Hezbollah.

Enquanto Trump sugere que a nova liderança iraniana está aberta ao diálogo, o secretário de Segurança do Irã negou essa possibilidade, enfatizando que a prioridade do país é a defesa.

O cenário global é preocupante, com nove potências nucleares no mundo, incluindo os dois países que atacaram o Irã. A Rússia, principal aliado do Irã, está envolvida em um conflito na Ucrânia, o que limita sua capacidade de apoio ativo. A China, também uma potência nuclear, demonstrou resistência em se envolver no conflito.

Especialistas classificam a situação atual como um "cenário sombrio", com o fim de tratados internacionais e a expansão de arsenais nucleares contribuindo para um aumento do risco de uma escalada atômica global.


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