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Conflitos Aumentam no Oriente Médio: Irã Lança Drones Contra Refinaria Saudita

O Catar também sofreu ataques e anunciou ter abatido dois caças iranianos. O país suspendeu a produção de gás natural nesta segunda-feira, 2 de março de 2026.

O conflito no Oriente Médio se intensificou, trazendo um clima de temor e incerteza à região. Nesta segunda-feira, a guerra entre Estados Unidos, Israel e o Irã se expandiu, envolvendo outros países. O Líbano, por exemplo, viu o grupo extremista Hezbollah, que é financiado pelo Irã, atacar Israel em apoio ao país persa. Na Europa, a queda de um drone iraniano em uma base britânica no Chipre pode provocar a entrada de mais nações no conflito.

Essa escalada pode impactar a duração da guerra. O presidente americano, Donald Trump, estipulou um prazo de mais de um mês para os combates. Na mesma noite, o Departamento de Estado dos EUA orientou cidadãos americanos a deixarem imediatamente 14 países do Oriente Médio.

As consequências econômicas já são visíveis, com o preço do petróleo em alta. A incerteza sobre o futuro é palpável.

Os Estados Unidos informaram que seis soldados americanos perderam a vida em confrontos no Irã, enquanto 18 militares ficaram gravemente feridos.

No Kuwait, um avião militar americano caiu em queda livre. O piloto, que se ejetou, foi alvo de fogo amigo, pois as forças kuwaitianas confundiram a aeronave com um avião iraniano. Acidentalmente, três caças americanos foram derrubados, mas as seis tripulações conseguiram sobreviver.

Em Teerã, explosões marcaram a capital. A fumaça negra no céu é um sinal dos ataques, que já destruíram uma estação de polícia e um hospital na cidade. O total de mortos no Irã chegou a 555, sendo 180 em uma escola primária de meninas no sul do país. Os ataques se espalharam por 131 municípios.

A estratégia dos EUA é focar nos mísseis do inimigo, com mais de 1,2 mil alvos atingidos desde sábado. A resposta do Irã tem sido atacar oito países do Oriente Médio e Israel, com consequências que incluem mortes de civis: oito em nações vizinhas e dez em Israel. Um míssil iraniano caiu em Beersheba, ferindo 19 pessoas.

Em Jerusalém, as sirenes soaram novamente, com a população se abaixando ou correndo em busca de abrigo. O conflito se desenrola nos céus.

Na Arábia Saudita, destroços de drones iranianos provocaram um incêndio na maior refinaria do país, levando funcionários a evacuar rapidamente e fechando parte do complexo por segurança.

O Catar interrompeu a produção de gás natural e afirmou ter abatido dois caças iranianos. A rota de escoamento pelo Estreito de Ormuz continua bloqueada, e a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou incendiar qualquer embarcação que tente atravessá-lo.

Em Dubai, o aeroporto internacional voltou a operar parcialmente, apesar de novos ataques. Esse hub aéreo, um dos maiores do mundo, havia sido fechado após ser atingido no fim de semana. O governo local registrou 60 feridos.

O Irã, por sua vez, afirmou que não está em guerra com os países da região, alegando que seus alvos são exclusivamente militares americanos. O ministro das Relações Exteriores do Irã pediu aos governos do Golfo que pressionem os EUA a cessar os ataques.

O regime iraniano tenta demonstrar que ainda possui recursos. Imagens de drones e lançadores de mísseis em túneis subterrâneos foram divulgadas, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, declarou que o Irã está pronto para uma guerra prolongada, negando a possibilidade de negociações com os americanos.

A transição de poder no Irã começa com a morte do líder supremo Ali Khamenei e dos principais comandantes militares. O governo divulgou uma reunião com o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário Gholam-Hossein e o aiatolá Alireza Arafi, atual líder supremo interino.

O mundo ainda tenta entender a magnitude, duração e consequências dessa guerra, que, segundo ambos os lados, apenas começou.

Trump reafirma que o ataque ao Irã seguirá por "quatro ou cinco semanas, ou mais". Uma pesquisa da Reuters/Ipsos revela que apenas um em cada quatro americanos apoia os ataques.

A Guarda Revolucionária do Irã adverte que os inimigos que mataram Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa".

Os brasileiros relatam insegurança após os ataques, e Celso Amorim alerta sobre a necessidade de se preparar para o pior.

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O primeiro-ministro Netanyahu comentou que não haverá uma guerra sem fim. A operação que resultou na morte de Khamenei levou décadas para ser planejada.

O Irã anunciou que o Estreito de Ormuz está fechado e ameaçou incendiar navios, enquanto o bloqueio afeta uma rota vital para o petróleo mundial, elevando os preços.

A Petrobras descarta riscos de desabastecimento, mas os preços dos combustíveis podem aumentar, com as ações da empresa subindo 4% devido à alta do petróleo.

O Irã lançou drones contra a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita, e Israel afirmou ter eliminado um comandante da Jihad Islâmica Palestina no Líbano.

Trump não descarta o envio de tropas dos EUA ao Irã, enquanto a ONU assegura que as instalações nucleares iranianas não foram atingidas pelos ataques.

Cerca de 70 mil brasileiros residem no Oriente Médio, e há preocupações sobre como a guerra no Irã pode impactar a economia do país.

Os EUA utilizaram a inteligência artificial Claude, concorrente do ChatGPT, em operações contra o Irã.


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