https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/03/09/morte-de-pm-socorrista-desconfiou-de-arma-bem-encaixada-na-mao-e-tirou-foto-por-achar-incomum-em-casos-de-suicidio.ghtml
Morte de PM socorrista: socorrista diz que desconfiou de arma 'bem encaixada' na mão de Gisele Alves e tirou foto, pois achou a cena estranha e não havia água no chão do apartamento
Gisele Alves, 37 anos, foi encontrada baleada na cabeça no apartamento na Zona Sul da Capital Paulista onde vivia com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Neto. Em depoimento à polícia, um dos socorristas, com 15 anos de experiência, desconfiou da posição da arma na mão de Gisele e tirou uma foto para agradar a ela e evitar que a arma caísse.
O fantástico revelou informações exclusivas sobre a morte de Gisele Alves, que foi encontrada baleada na cabeça no apartamento, no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro de 2026. O tenente-coronel afirmou que a arma estava bem encaixada na mão de Gisele, o que desencadeou o socorrista a tirar uma foto para agradar a ela e evitar que a arma caísse.
A soldado da Polícia Militar Gisele Alves foi encontrada baleada na cabeça no apartamento, na Zona Sul da Capital Paulista. Em depoimento à polícia, um dos socorristas, com 15 anos de experiência, desconfiou da posição da arma na mão de Gisele e tirou uma foto para agradar a ela e evitar que a arma caísse.
O tenente-coronel Geraldo Neto afirmou que os dois estavam sozinhos desde a noite anterior e discutiram a relação. Segundo o tenente-coronel, a discussão continuou na manhã em que Gisele foi baleada.
Outros detalhes também chamaram atenção: o sangue já estava coagulado e o cartucho da bala não foi encontrado. O tenente-coronel afirmou que estava no banho no momento do disparo, mas estava seco e não havia água no chão do apartamento.
O fantástico revelou que as câmeras de segurança do andar do prédio mostram o momento em que o tenente-coronel apareceu no corredor. Às 8h02, ele surge ao telefone, sem camisa. Três minutos depois, faz outra ligação. Às 8h13, três bombeiros chegam ao local.
Geraldo Neto afirmou que o tenente-coronel permaneceu no telefone com superiores, mas não demonstrou desespero. O fantástico também revelou que os socorristas conseguiram reanimar Gisele no local e que os dois estavam sozinhos no apartamento.
A defesa do tenente-coronel Geraldo Neto nega a alegações de que ele esteja suspeito ou indiciado no processo. Ela afirma que o tenente-coronel está à disposição para colaborar com as autoridades para investigar a morte de Gisele Alves.
A polícia militar encontrou marcas no pescoço de Gisele Alves e não encontraram o cartucho da bala. O fantástico também revelou que as contas dos alvos foram bloqueadas e que as informações foram anexadas à investigação.
O fantástico também revelou que a polícia militar encontrou um vídeo de um caminhão que foi parado no trânsito, mas não há evidências de que ele esteja envolvido na morte de Gisele Alves.
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