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Escalada nuclear pode ser fatal para a humanidade

Simulações revelam que um conflito atômico entre grandes potências poderia ocorrer em questão de horas, mas suas consequências globais poderiam durar décadas, colocando a sobrevivência da humanidade em risco.

Recentemente, especialistas afirmaram que os ataques realizados no sábado apenas "retardaram o programa nuclear iraniano, sem eliminá-lo completamente". A capacidade de retomada do programa é elevada, uma vez que os técnicos e cientistas envolvidos continuam a manter seu conhecimento.

Há indícios de que 408 quilos de urânio enriquecido podem estar escondidos em pequenos contêineres. O programa nuclear do Irã teve início em 1957, com apoio dos Estados Unidos, e sempre foi justificado como uma iniciativa para a geração de energia. Contudo, Washington e Israel contestam essa justificativa, temendo o uso militar e uma possível retomada acelerada do programa.

A possibilidade de uma guerra nuclear com os arsenais atuais no mundo poderia ser breve em termos militares, mas devastadora em escala global, conforme indicam especialistas consultados.

Em uma reportagem especial, foi destacado que, em um cenário de confronto direto entre potências nucleares, a duração dos ataques seria medida em horas, mas seus efeitos se estenderiam por anos.

Atualmente, nove nações possuem armas de destruição em massa: Estados Unidos, Israel, Rússia, Reino Unido, França, Paquistão, Índia, China e Coreia do Norte. Estudos sugerem que uma retaliação automática poderia ser desencadeada em caso de ataque nuclear, levando a uma sequência rápida de contra-ataques.

Os impactos de uma guerra nuclear não se limitariam às áreas diretamente atingidas. A contaminação radioativa, mudanças climáticas drásticas e o colapso de cadeias alimentares afetariam todos os continentes. Além disso, o aumento de novas potências nucleares e a modernização dos arsenais existentes elevam a preocupação global.

Especialistas indicam que programas de atualização tecnológica estão em andamento, aumentando tanto o poder destrutivo quanto a precisão das armas. “O desarmamento nuclear está praticamente paralisado há décadas”, afirmam.

Esse cenário combina a disponibilidade crescente de armas com a diminuição dos instrumentos diplomáticos de contenção, resultando em uma equação que intensifica as preocupações globais sobre uma possível escalada nuclear.


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