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Combustíveis: Lula repete fórmula de Bolsonaro e reduz impostos para conter preços em meio à alta do petróleo
Em meio à guerra no Oriente Médio e à disparada do petróleo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou pacote para minimizar impacto para consumidores. Há quatro anos, início do conflito entre Rússia e Ucrânia, o então presidente Jair Bolsonaro também recorreu à redução de impostos.
12/03/2026 21h27 Atualizado 12/03/2026
Com o acirramento da guerra no Oriente Médio e a escalada do preço do petróleo, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) zerou nesta quinta-feira (12) as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre o diesel e anunciou um incentivo aos produtores e importadores do combustível. O objetivo é reduzir o impacto para os consumidores.
Para compensar, o governo do presidente Lula vai contar com o imposto de exportação sobre o petróleo. Com a tributação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esperar alcançar a neutralidade do impacto da redução do PIS/Pasep e Cofins e do pagamento da subvenção a produtores e importadores de diesel.
O anúncio saiu na semana que antecede a próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), servindo como um sinal de que o governo federal está atento aos eventuais impactos na inflação, e com as eleições no horizonte.
Com a redução dos impostos, o governo espera aumentar a oferta de diesel no mercado. O aumento da oferta permitirá que os consumidores tenham acesso a preços mais acessíveis, especialmente em tempos de alta do preço do petróleo.
O texto também menciona que a redução dos impostos permitirá que o governo reduza os preços do diesel no mercado. O objetivo é reduzir o preço do diesel para os consumidores, que estão enfrentando um aumento significativo em relação ao ano anterior.
O governo Lula também informou que o pacote visa reduzir a inflação e aumentar a oferta de combustíveis no mercado. Além disso, o governo informou que o aumento da oferta de diesel permitirá que os consumidores tenham acesso a preços mais acessíveis.
O texto também menciona que o governo pode aumentar a oferta de combustíveis para compensar a redução das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins e a redução do imposto de exportação sobre o petróleo.
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