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Minha Casa, Minha Vida: limite de renda para financiamento vai subir a R$ 13 mil

Governo propõe alterações nas faixas de renda do programa habitacional.

O Ministério das Cidades envia nesta terça-feira uma proposta ao grupo técnico do Conselho Curador do FGTS com o objetivo de tornar o programa Minha Casa, Minha Vida mais acessível, principalmente para famílias da classe média. A iniciativa prevê alterações nas faixas de renda e nos valores máximos dos imóveis financiáveis.

Entre as mudanças sugeridas, a faixa 4 teria o limite de renda ampliado de R$ 12 mil para R$ 13 mil, enquanto o valor máximo do imóvel poderia subir de R$ 500 mil para R$ 600 mil. Para a faixa 3, o teto do imóvel passaria de R$ 350 mil para R$ 400 mil.

De acordo com as informações, a atualização dos valores atende a pedidos do setor da construção civil e foi calculada com base em múltiplos do salário mínimo.

Para garantir que a proposta seja viável, o grupo técnico deve analisar os impactos econômicos e sociais. Além disso, a proposta precisa ser apresentada ao Conselho Curador do FGTS e ao grupo técnico do Conselho Curador do FGTS, para que possam ser consideradas e avaliadas.

Quem pode financiar um imóvel com o programa?

O Minha Casa, Minha Vida oferece subsídios diferenciados de acordo com a renda do beneficiário. Pessoas com salário de cerca de R$ 1.500 podem receber apoio na faixa 1, enquanto quem ganha em torno de R$ 3 mil atualmente se enquadra na faixa 2. O objetivo é facilitar a aquisição da casa própria para famílias com rendas menores, tornando o programa Minha Casa, Minha Vida mais acessível.

Também é importante notar que a proposta precisa ser feita com base em dados atualizados e precisos, para garantir que os benefícios sejam eficazes e justos.


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