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Mãe dos irmãos desaparecidos em Bacabal aponta suspeito
Após 39 dias do desaparecimento de Ágatha e Allan, a mãe, Clarice Cardoso, revelou sua desconfiança em relação a um morador do povoado, enquanto a polícia continua as buscas na mata e ao longo do rio Mearim.
O caso dos irmãos, que sumiram no dia 4 de janeiro junto com o primo Anderson Kauã — encontrado dias depois debilitado na região — ganhou novos contornos. Clarice acredita que as crianças não se perderam na floresta, e sim que alguém pode ter aproveitado a situação para levá-las. Em entrevista à comunicadora Mary Coymbra, ela mencionou que uma pessoa pode ter visto a oportunidade de agir enquanto as crianças estavam na mata.
Clarice também levantou a hipótese de que Anderson Kauã foi devolvido por estar no espectro autista, já que o responsável pelo ato pode ter percebido que ele não era um dos filhos dela, devido à semelhança física entre os primos.
Embora a mãe tenha informado aos delegados sobre um suspeito, o repórter local Lenildo Frazão revelou que a desconfiança recai sobre um morador da própria comunidade. O nome do suspeito não foi divulgado, pois a investigação está em andamento.
Lenildo informou que o suspeito é alguém que conhece as crianças e também Anderson Kauã, e essa informação está sendo investigada pelas autoridades. O delegado-geral Manoel Almeida Neto ressaltou que a investigação segue em sigilo e que nenhuma hipótese foi descartada.
As buscas continuam na mata e na rota do rio Mearim, com equipes conversando com pescadores e moradores da região para obter informações que possam ajudar a esclarecer o caso. A polícia considera ainda a possibilidade de que alguém esteja com as crianças e possa deixá-las em algum local, especialmente após a diminuição da repercussão inicial do desaparecimento.
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