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Haddad: Master não tem risco sistêmico porque está concentrado no FGC

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (27) que a crise envolvendo o Banco Master não representa risco sistêmico e afastou a possibilidade de que o caso se espalhe. Ele destacou que o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) está mitigando os impactos negativos da liquidação da instituição.

Haddad também mencionou que o tratamento dado ao Banco Master mudou após a nova gestão do Banco Central.

Em outras notícias, um projeto de revitalização urbana foi anunciado, segundo um porta-voz do consórcio MEZ-RZK. Além disso, a Maersk está redirecionando suas rotas através do Canal de Suez para Cabo, devido a restrições no Mar Vermelho.

Durante uma entrevista ao Flow News, Haddad reconheceu que a situação é um grande desafio para o sistema financeiro. Ele classificou o episódio como a "maior fraude bancária da história do Brasil e possivelmente uma das maiores do mundo", ressaltando que o esquema existe há cerca de sete anos e foi revelado recentemente.

Em novembro de 2025, o Banco Central decidiu pela liquidação extrajudicial do Banco Master, citando grave crise de liquidez e comprometimento significativo da saúde econômico-financeira da instituição, entre outros pontos.


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