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Haddad diz que saída da Fazenda depende de viagem: ‘Tenho reunião com Lula’

Haddad menciona que saída da Fazenda depende de reunião com Lula

25/02/2026 22h46

Atualizado 10 minutos atrás

Em resposta a novas indagações sobre sua saída do Ministério da Fazenda, Fernando Haddad revelou que se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 26.

Recentemente, surgiram informações de que Lula teria solicitado a Haddad que o acompanhasse em uma viagem aos Estados Unidos em março, onde está programada uma agenda com o presidente americano, Donald Trump.

Motta anunciou que a Câmara dos Deputados deve votar a PEC da Segurança na próxima quarta-feira. Ele destacou que a proposta é uma das prioridades legislativas deste ano, mesmo após ter sido adiada em 2025.

O ministro da Justiça está avaliando projetos após a retirada do tributo sobre apostas do PL Antifacção. O titular da pasta indicou que o ministério considera apoiar um novo projeto de lei específico sobre o tributo ou duas outras iniciativas.

“Vou saber amanhã, pois tenho uma reunião com ele [Lula] para decidir isso. Se eu vou ou não para os Estados Unidos. Se eu for, a data é uma; se não for, a data é outra”, afirmou Haddad.

Ele mencionou que há uma tentativa de agendar a viagem entre os dias 15 e 20 de março, mas não houve confirmação até o momento.

No início do mês, Haddad reiterou seu desejo de participar da campanha de Lula neste ano e afirmou ter discutido o assunto com o presidente. “Vamos ver quem convence quem”, disse o ministro em entrevista à Rádio Bandnews.

Cotado para concorrer ao Senado ou ao governo de São Paulo, Haddad já declarou várias vezes que não pretende se candidatar nas eleições deste ano. No final de janeiro, ele ressaltou a presença de nomes relevantes no campo progressista, com resultados expressivos nas eleições de 2022.

Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, reafirmou no final de janeiro que Haddad deve ser candidato nas eleições de 2026. Ela destacou que todos os auxiliares do presidente com força eleitoral precisam “vestir a camisa” para enfrentar a direita nos Estados.

Durante a entrevista, Haddad também avaliou que a coalizão de 2022 deveria servir como uma referência para as eleições deste ano, ao mencionar a frente ampla com representantes de diversas correntes partidárias. Ele foi questionado sobre a possível candidatura da ministra Simone Tebet em São Paulo.


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