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Guerra no Oriente Médio: a sucessão no Irã após a morte de Ali Khamenei

Guerra no Oriente Médio: a sucessão no Irã após a morte de Ali Khamenei

Lider Supremo do Irã Ali Khamenei Faleu

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, faleu em meio aos ataques de Estados Unidos e Israel ao país. Esta morte abre um cenário de incertezas sobre o futuro político da nação.

Apesar da insatisfação popular com o regime, não existem condições para uma mudança estrutural de governo. A sucessão deverá ocorrer dentro das estruturas de poder já estabelecidas.

Os especialistas concordam que, em vez de mudanças estruturais, haverá uma mudança de liderança dentro da Guarda Revolucionária, que controla significativa parte da economia iraniana. "Quem vai dar as cartas agora é a Guarda Revolucionária", afirma Américo Martins, um dos analistas que discutiram o tema.

Líder do Irã Sucessão e Relações Internacionais

O filho de Khamenei, Mojtaba Khamenei, aparece como principal candidato à sucessão, apesar de não possuir as credenciais teológicas de alto nível que teoricamente seriam necessárias para o cargo. A possibilidade de um filho suceder o pai no comando do país é vista com desconfiança por parte da população iraniana.

O líder do Irã, Ali Khamenei, faleu em meio aos ataques de Estados Unidos e Israel ao país. Esta morte abre um cenário de incertezas sobre o futuro político da nação.

A Guarda Revolucionária, que controla significativa parte da economia iraniana, terá papel decisivo na escolha do próximo líder supremo. "Quem vai dar as cartas agora é a Guarda Revolucionária, basicamente", afirma Américo Martins, um dos analistas que discutiram o tema.

Líder do Irã Sucessão e Relações Internacionais

Entre outras possibilidades para a sucessão, foi mencionado o nome do neto de Khomeini, fundador da República Islâmica, em uma tentativa de resgatar os ideais originais da revolução. Outra opção seria o Ayatollah Araf, que possui credenciais teológicas mais fortes e conexões tanto com a Guarda Revolucionária quanto com o Bassige, milícia que conta com cerca de 600 mil homens, muitos deles civis.

Independentemente de quem assuma o poder, os especialistas concordam que não haverá ruptura com o sistema atual. "Não estamos falando de mudança de regime. Não estamos falando de ninguém aqui que seja reformista, que seja um renovador", ressaltou Américo Martins.


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