Grupo ainda aposta em ''pressão'' de Bolsonaro para Wellington recuar, mas ala do PL avalia que candidatura ajuda Flávio em MT
Grupo ainda aposta em "pressão" de Bolsonaro para Wellington recuar, mas ala do PL avalia que candidatura ajuda Flávio em MT
A visita do senador Wellington Fagundes (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro, marcada para 7 de março no Complexo da Papuda, em Brasília, ainda gera expectativas no grupo que ocupa o Palácio Paiaguás de que aconteça um pedido para recuo na candidatura ao governo do Estado em favor de uma unificação de palanque com Otaviano Pivetta (Republicano), Mauro Mendes (União) e José Medeiros (PL). Contudo, a análise de pessoas ligadas ao PL é que a chance disso acontecer caiu muito desde o ano passado.
A reunião é vista como um momento de pressão para que o ex-presidente Bolsonaro, que está enfrentando críticas por diversas ações, comece a se colocar a favor de uma mudança na sua candidatura. Alguns dos motivos por trás desse pedido são a crítica ao presidente Jair Bolsonaro por diversas ações, como a nomeação de comissários sem uma representação plena, e a recusa em cumprir com a Lei de Proibição de Espécies Estrangeiras (LPE) no estado de Mato Grosso. A ala do PL, que é composta por políticos que têm uma boa relação com o ex-presidente, acredita que a presença de Bolsonaro em Brasília pode ser o que impede a unificação de palanque.
Entretanto, a análise de pessoas ligadas ao PL é que a chance disso acontecer caiu muito desde o ano passado. Além disso, a ala do PL também acredita que a presença de Bolsonaro pode ser um obstáculo para a unificação de palanque, pois ele pode continuar a apoiar os candidatos da Aliança Comunista do Estado (AC). A presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Mariana Botelho, acusou o líder da facção rival de tentar impor presidentes e ameaçou judicializar a disputa por comissões.
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