Governo garante atendimento a crianças após incêndio e orienta que não há necessidade de doações
Atendimento a crianças em segurança após incêndio
O Governo do Estado de Roraima anunciou, neste domingo (1º), que as crianças da Casa de Acolhimento Infantil Viva Criança, atingida por um incêndio na noite de sábado (28) em Boa Vista, foram transferidas para outra unidade estatal e estão seguras. A nota divulgada também esclarece que não há necessidade de doações.
A Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes) ressaltou que, apesar das campanhas solidárias promovidas pela população, o Estado possui estrutura e insumos suficientes para atender às necessidades das crianças acolhidas. “O Governo do Estado de Roraima esclarece que não há necessidade de campanha de arrecadação de alimentos, roupas, materiais de higiene, fraldas ou quaisquer outros itens, muito menos transferências via Pix”, diz a nota.
O comunicado garante que o fornecimento de itens essenciais está assegurado. “O Governo do Estado dispõe de contratos vigentes, processos regulares de aquisição e estoque suficiente para assegurar o fornecimento contínuo de todos os insumos necessários”, informou.
O incêndio ocorreu na noite de sábado e, segundo informações preliminares, pode ter se iniciado em uma central de ar-condicionado da unidade. O Corpo de Bombeiros Militar de Roraima foi acionado e conseguiu controlar as chamas rapidamente. Não houve feridos, e todas as crianças foram retiradas em segurança.
Como medida preventiva, os acolhidos foram realocados para outra unidade estadual, onde continuam recebendo assistência integral, acompanhamento técnico e atendimento contínuo. O governo também informou que itens específicos da área da saúde foram disponibilizados pela Secretaria da Saúde de Roraima, garantindo a continuidade do cuidado.
Na nota, o Estado expressou agradecimento pelas manifestações de solidariedade da população e reafirmou seu compromisso com a proteção e o bem-estar das crianças atendidas pela rede estadual de acolhimento. A unidade acolhe crianças de 0 a 12 anos incompletos que estejam sob medida protetiva, conforme o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
← Voltar para as notícias