Gabinete do Ódio
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Bolsonaro, Carlos e Ramagem são indiciados pela PF
Um relatório extenso com mais de 800 páginas revela um esquema de espionagem ilegal organizado pela Abin Paralela, segundo a Polícia Federal.
A coligação entrou com três ações contra disparos em massa favoráveis a Bolsonaro. Esses disparos foram realizados por uma empresa terceirizada, utilizando dados pessoais que cidadãos forneceram ao Departamento de Trânsito do Paraná (DETRAN/PR), em parceria com a Paraná Inteligência Artificial (PIA).
A conta de Bolsonaro no Twitter recebeu um aumento significativo de seguidores, muitos dos quais são robôs. Especialistas indicam que o ex-capitão adquiriu dezenas de milhares de perfis falsos em um único dia, sinalizando que continuará a utilizar fake news como estratégia.
A luta contra as fake news demanda um engajamento societal em busca da verdade. Durante um seminário na Câmara dos Deputados, especialistas criticaram a propagação de informações falsas e destacaram a importância da participação da sociedade nesse combate.
A Polícia Federal afirma que o Gabinete do Ódio apoia uma organização criminosa responsável pela disseminação de fake news. Um relatório preliminar do jornal O Globo indica que a milícia digital bolsonarista utiliza a estrutura do gabinete, que opera dentro do Palácio do Planalto.
Um estudo da FGV revela que perfis associados a Jair Bolsonaro não desistem de espalhar fake news relacionadas às eleições, com centenas de milhares de postagens nos últimos 15 meses.
O PT solicitou uma investigação sobre o ‘gabinete do ódio’ devido a uma possível negociação para adquirir o programa espião DarkMatter, visando interferir nas eleições. A bancada na Câmara apresentou uma representação na Procuradoria da República no Distrito Federal.
A família Bolsonaro parece estar em desespero, com a fabricação de mentiras em alta, tanto antigas quanto novas fake news, especialmente contra Lula.
A CPI avança com a quebra de sigilo de Pazuello, Araújo e do ‘gabinete do ódio’. A abertura de sigilo telefônico e telemático também afetará entidades médicas, com o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmando que essas instituições podem ter recebido financiamento de empresas que vendem cloroquina.
Um inquérito da PF detectou perfis falsos que foram acessados a partir da residência de Bolsonaro e do Palácio do Planalto. O Facebook removeu essas contas por identificar operações realizadas por um governo visando atingir seus próprios cidadãos.
O Ministério Público Federal utilizou o Twitter para criticar o PT. Pesquisas mostram que o uso político dessa rede social para influenciar a governabilidade começou desde a criação do perfil do órgão.
Jair Bolsonaro se tornou um réu confesso, ao usar as redes sociais para propagar mentiras sobre a pandemia.
Um vídeo falso distorce a posição de Lula sobre o Bolsa Família. A agência de checagem AFP confirmou que o vídeo editado é composto por duas sequências distintas.
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