Filipe Martins Filipe Martins: notícias sobre o ex-assessor de Bolsonaro | Folha

Filipe Martins: notícias sobre o ex-assessor de Bolsonaro | Folha

Defesa de Martins registra acessos ao LinkedIn para revogar prisão

A defesa do ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, protocolou no cartório registros de acessos à sua conta no LinkedIn, buscando fundamentar um pedido de revogação de sua prisão. Martins é acusado de descumprir uma medida cautelar ao acessar a rede social.

Moraes mantém prisão preventiva de Martins

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu pela manutenção da prisão preventiva de Martins, afirmando que a defesa não apresentou novos argumentos que justificassem a revogação da medida. Esta decisão foi proferida no dia 26 de janeiro de 2026.

Críticas à PGR pela manutenção da prisão

Os advogados de Martins criticaram a Procuradoria Geral da República (PGR), apontando que a decisão de manter a prisão baseou-se em informações informais e sem a devida perícia técnica. Essa declaração foi feita em 26 de janeiro de 2026.

Visitas ao ex-assessor dependem de autorização

Em outra determinação, Moraes afirmou que as visitas ao ex-assessor estão condicionadas a uma autorização especial, o que gerou reclamações da defesa, que alegou ignorância dos pedidos de relaxamento da prisão.

Dados do LinkedIn apresentados ao STF

A defesa apresentou ao STF dados que indicam que o último acesso ao LinkedIn de Martins ocorreu em 2024, reforçando o pedido de revogação da prisão, conforme noticiado em 6 de janeiro de 2026.

Comentários de leitores sobre a política fiscal

Os assinantes comentaram sobre a política fiscal do governo de Lula, incluindo a situação da prisão de Martins e a manutenção da prisão de Bolsonaro, em um espaço de opiniões aberto em 2 de janeiro de 2026.

Martins deve permanecer preso no Paraná

A defesa de Martins alegou que acessos à sua conta no LinkedIn foram feitos exclusivamente para o exercício de sua defesa, enquanto sua permanência na prisão no Paraná é mantida.

Denúncia de militar sobre acesso ao LinkedIn

Um coronel da Aeronáutica, Ricardo Wagner Roquetti, denunciou Martins ao STF, afirmando que ele consultou seu perfil no LinkedIn, o que motivou sua prisão, conforme relatado em 2 de janeiro de 2026.

Prisão de Martins por ordem de Moraes

A prisão de Martins foi executada pela Polícia Federal após ordem de Moraes, levando-o a um presídio em Ponta Grossa (PR), conforme reportado em 2 de janeiro de 2026.

Análise de Moraes sobre risco de fuga

Moraes apontou um "modus operandi" relacionado ao risco de fuga de condenados, determinando medidas cautelares após a captura de Silvinei Vasques no Paraguai, em 27 de dezembro de 2025.

Determinação de prisão domiciliar

Após a tentativa de fuga de Silvinei, Moraes também ordenou a prisão domiciliar para condenados por envolvimento em golpes, incluindo a ação da PF contra Martins, em 27 de dezembro de 2025.

Defesa vê avanço com admissão de fraude

A defesa de Martins considerou positiva a admissão de Moraes sobre fraudes em registros nos Estados Unidos, ressaltando a condenação de 21 anos recebida por Martins em um julgamento relacionado a um golpe, em 16 de dezembro de 2025.

Críticas de Moraes sobre redução de penas

O ministro criticou tentativas de redução de penas no Congresso, considerando-as um flerte com o golpe, em uma discussão que poderia beneficiar Bolsonaro, conforme reportado em 16 de dezembro de 2025.

Condenação por unanimidade no STF

O STF decidiu por unanimidade condenar Martins e outros réus, enquanto absolveu um ex-ministro da Justiça, destacando o segundo turno de 2022 como um momento “vexatório” para a PRF, em 16 de dezembro de 2025.

Julgamento no STF sobre a trama golpista

O STF está avaliando as ações de Martins e outros envolvidos em uma trama golpista, com defesas que negam o envolvimento, conforme discutido em 8 de dezembro de 2025.

Defesa responsabiliza Mauro Cid

Os advogados de Martins alegaram que Mauro Cid, delator do esquema, foi o responsável por criar a minuta do golpe, tentando colocar a culpa em seu cliente, em 8 de dezembro de 2025.

Pedido de julgamento no STF

Martins solicitou que o ministro Luiz Fux julgue seu processo, com a defesa alegando que sua ausência pode prejudicar o andamento do caso, em 8 de dezembro de 2025.

Acompanhamento do julgamento no STF

Martins pediu permissão para acompanhar seu julgamento no STF, onde é acusado de ajudar a redigir a minuta do golpe, conforme reportado em 4 de dezembro de 2025.


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