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FedEx processa EUA para obter reembolso de tarifas emergenciais de Trump

FedEx processa EUA por reembolso de tarifas emergenciais

A FedEx, empresa global de transporte, ajuizou uma ação na Corte de Comércio Internacional dos Estados Unidos na segunda-feira (23), buscando recuperar as tarifas de emergência que foram impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

Essa ação se destaca entre as tentativas de reembolso desde que a Suprema Corte dos EUA decidiu, por 6 a 3, na sexta-feira (20), que as tarifas aplicadas por Trump a diversos países no ano anterior, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), são ilegais.

A FedEx e sua divisão logística atuaram como importadores oficiais de mercadorias sujeitas a essas tarifas. A empresa, que tem sede em Memphis, não revelou o montante exato que busca como reembolso.

Na ação, a FedEx incluiu como réus a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), seu comissário, Rodney Scott, e o governo dos EUA.

Até o momento, a CBP e a Casa Branca não se pronunciaram sobre os pedidos de comentários.

As novas tarifas globais dos Estados Unidos começaram a valer com uma alíquota de 10% a partir de terça-feira (24).

Essa ação é fundamentada na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite ao presidente impor tarifas de até 15% por 150 dias, visando corrigir desequilíbrios na balança de pagamentos ou restrições comerciais, com possibilidade de prorrogação mediante aprovação do Congresso.

No sábado (21), o presidente Donald Trump havia ameaçado aplicar uma taxa de 15%.


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