Caixa Econômica Federal

Ex-gerente da Caixa é investigado por desvio de R$ 1 milhão em cidade de SC

Ex-gerente da Caixa é alvo de investigação por desvio de R$ 1 milhão em SC

Uma operação da Polícia Federal, realizada nesta terça-feira (24), buscou apurar um suposto desvio de recursos na Caixa Econômica Federal em Dionísio Cerqueira, localizado no Extremo-Oeste de Santa Catarina.

Denominada “Sem Remorso”, a ação investiga um ex-gerente da agência, que é suspeito de ter desviado cerca de R$ 1 milhão da instituição. A Polícia Federal esclarece que o investigado teria utilizado sua posição para efetuar movimentações e saques não autorizados em contas de clientes, especialmente entre idosos, entre janeiro e agosto de 2022.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do ex-gerente, foram coletados documentos, um telefone celular e um carro de luxo. Esses itens passarão por análise para elucidar a participação de outras pessoas no esquema.

A Caixa Econômica Federal informou que instaurou um processo administrativo disciplinar contra o ex-funcionário, resultando em sua demissão em julho do ano passado, devido a uma conduta incompatível com a função.

As investigações seguem em andamento para determinar a extensão das fraudes e a possível colaboração de terceiros. Segundo a PF, o prejuízo total pode alcançar aproximadamente R$ 1 milhão, considerando valores atualizados.

O portal NSC Total entrou em contato com a Caixa, que confirmou a colaboração com os órgãos de segurança pública nas investigações. A instituição ressaltou que as informações são sigilosas e apenas compartilhadas com a Polícia Federal e outras autoridades competentes.

A Caixa também destacou que monitora continuamente seus produtos, serviços e transações para identificar e investigar atividades suspeitas. Além disso, afirmou que o indiciado já não faz parte do quadro de empregados do banco.

Nota da Caixa:

“A CAIXA informa que colabora com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. Tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes, para análise e investigação.

O banco ressalta que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos. Adicionalmente, a CAIXA esclarece que possui estratégia, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento.

Esclarecemos que o indiciado não pertence mais ao quadro de empregados do banco.”


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