Almir Garnier Santos

Ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, é preso e enviado a unidade militar em Brasília

Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha, é preso e enviado a unidade militar em Brasília

O ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, foi detido esta semana, sendo parte do chamado Núcleo Crucial da trama golpista. Ele recebeu uma condenação de 24 anos de prisão por crimes que incluem tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, dano ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. A informação foi confirmada pela GloboNews.

A prisão de Garnier Santos é uma continuidade das ações determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra os envolvidos na trama golpista, que já resultaram na detenção de outros militares de alta patente e do ex-presidente Jair Bolsonaro, cujo trânsito em julgado foi recentemente reconhecido pelo STF.

Na unidade militar da Marinha em Brasília, Garnier Santos cumprirá sua pena sob protocolos de segurança específicos das instalações militares. Essa ação faz parte do esforço das autoridades para assegurar o cumprimento das penas e a manutenção do Estado Democrático de Direito.

A condenação de 24 anos se junta às sentenças aplicadas a outros membros do Núcleo Crucial da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, incluindo os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, que já foram levados ao Comando Militar do Planalto, e Walter Braga Netto, que permanece preso preventivamente no Rio de Janeiro.

A detenção do ex-comandante representa mais um passo na implementação das decisões judiciais relacionadas à trama golpista, destacando a responsabilização dos envolvidos, independentemente de sua patente ou cargo, e reafirmando o compromisso do STF com a lei e a ordem democrática no Brasil.


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