Hugo Gloss Estupro coletivo no Rio: Ex-subsecretário, pai de um dos suspeitos, entrega relato do filho e leva invertida de Roberto Cabrini; assista

Estupro coletivo no Rio: Ex-subsecretário, pai de um dos suspeitos, entrega relato do filho e leva invertida de Roberto Cabrini; assista

José Carlos Simonin, ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa, se pronunciou sobre a denúncia de envolvimento do filho, Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, no caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

José Carlos disse “não concordar” com os episódios, acrescentando que o filho deve “pagar” por seus atos caso seja confirmada sua participação efetiva no abuso. O ex-subsecretário foi exonerado de seu cargo após o caso e denúncias de outras vítimas virem à tona.

José Carlos explica que o filho não agiu com a vítima, alegando que a relação foi voluntária, e que o ex-subsecretário não tem conhecimento de qualquer incidente. “Não sei desse grupo a que estão se referindo, e não tem nenhum fundamento, nenhuma prova”, disse o ex-subsecretário.

A vítima, que se sente imensamente ferida, afirmou que os cinco homens a aguardavam no apartamento, onde a vítima estava presa, e a vítima ficou ali por horas, até que os homens se despediram. “O senhor concorda que essa é a descrição de um estupro?”, quis saber Cabrini. “Eu não explico, nem justifico. Isso quem tem que explicar são os peritos, que têm que ser ouvidos pela Justiça”, afirmou Simonin.

O ex-subsecretário negou qualquer envolvimento e disse que não tem consciência de nenhum incidente. “Eu não tenho consciência, nem essas pessoas. O apartamento pertence à minha esposa e ao meu filho. Se eu soubesse [do que acontecia lá], eu teria impedido. Nem desconfiava”, alegou ele.

As denúncias contra o ex-subsecretário têm alegações de estupro coletivo contra várias vítimas, incluindo uma adolescente de 17 anos, que foi mantida em cela por vários dias após o crime.


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