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Embaixador de Israel na ONU: iranianos devem assumir controle em breve

Embaixador de Israel na ONU indica que iranianos podem assumir controle em breve

Após o recente ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel ao Irã, o embaixador israelense na ONU, Danny Danon, declarou que “o momento para os iranianos assumirem o controle de seu futuro” se aproxima.

A declaração surge em meio a relatos contraditórios sobre o paradeiro do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

Drones iranianos atingiram uma área próxima a um hotel de luxo em Dubai.

Fontes israelenses informaram que líderes do Irã teriam sido mortos após o ataque.

Donald Trump afirmou que Khamenei foi morto, enquanto um alto funcionário israelense disse à agência Reuters que o corpo do líder foi encontrado após a operação. No entanto, as agências iranianas Tasnim e Mehr sustentam que Khamenei continua “firme e inabalável no comando”.

Danon não confirmou publicamente a morte de Khamenei, mas destacou a possibilidade de mudanças internas no Irã em meio à escalada das tensões na região.

Trump anunciou anteriormente que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo eliminar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.

Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e declarou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também informou sobre ataques contra o Irã.

Diferentemente do ataque anterior em junho de 2025, que foi rápido, os ataques deste fim de semana começaram durante o dia, enquanto milhões de iranianos se dirigiam ao trabalho ou à escola.

Enquanto as operações anteriores terminaram em poucas horas, fontes indicaram à CNN Internacional que as forças armadas dos EUA estão planejando ataques que devem se estender por vários dias.

Em resposta, o regime iraniano desencadeou uma série de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões sendo ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

A escalada das tensões entre o Irã e os EUA começou com a repressão a protestos antigovernamentais em janeiro, quando a população iraniana, revoltada com a inflação, saiu às ruas em manifestações contra o regime.

Trump advertiu que “atacaria com força total” se o governo iraniano reprimisse as manifestações de forma violenta, afirmando que o país estava "pronto e armado".

Durante os protestos, um bloqueio de internet foi imposto, resultando na morte de mais de 5 mil manifestantes, segundo grupos de direitos humanos.

Em seu discurso sobre o Estado da União, Trump afirmou que o regime iraniano havia matado 32 mil manifestantes.


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