Lulinha

Edição da Noite: Aline Bárbara nega repasses a Lulinha em depoimento à CPMI do INSS

Aline Bárbara nega repasses a Lulinha em depoimento à CPMI do INSS

Aline Bárbara, ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, afirmou não ter realizado repasses a Lulinha durante seu depoimento na CPMI do INSS, nesta segunda-feira (2). Ela também declarou não se recordar de pagamentos ilegais, apesar de ter tido acesso ao cofre da empresa de Antunes. Além disso, o Conselho de Comunicação Social do Congresso discute os desafios para a implementação do ECA Digital.

Edições do dia

Na Edição da Tarde, a ex-secretária do Careca do INSS e o advogado Cecílio Galvão prestaram depoimento à CPMI, enquanto na Edição da Manhã, a comissão ouviu a ex-secretária e o advogado.

A Revista da Semana destacou que Lulinha teve seu sigilo bancário quebrado e a CPI do Crime Organizado convocou Vorcaro.

Na Edição da Noite, a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilos de Lulinha e ouviu um empresário. O Senado também aprovou a vulnerabilidade absoluta de menores de 14 anos em casos de estupro.

Em outras edições, a CPI do Crime Organizado convocou várias autoridades, enquanto o senador Davi lamentou mortes em MG e o Senado aprovou o cargo de analista em segurança digital.

Temas em destaque

A Edição da Tarde abordou a entrega da Comenda Ceci Cunha a mulheres de destaque na política, e a Revista da Semana discutiu a proteção de crianças durante o Carnaval.

A Edição da Noite trouxe a informação de que os três poderes firmaram um pacto de ações integradas contra o feminicídio. A Edição da Manhã destacou o Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado pelos três Poderes.

Finalmente, a Edição da Noite informou que o Plenário do Senado aprovou a MP do Programa Gás do Povo, enquanto a CPI do Crime Organizado enfrentou a ausência de Roberto Campos Neto em seu depoimento.

Aline Bárbara confirmou ter acessado o cofre do Careca do INSS, mas não se lembrou de pagamentos. Mais de 50 mil crianças e adolescentes estão desaparecidos no Brasil, e a Comissão de Segurança Pública discute o monitoramento de visitas em presídios.


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