CPMI da oposição sobre o Master põe STF na mira
CPMI da oposição sobre o Master põe STF na mira
Com mais de 15 CPIs protocoladas, a Câmara dos Deputados tem um novo pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes do Banco Master. Essa iniciativa é parte da estratégia da oposição de atacar o Banco Regional de Brasília (BRB) e seus dirigentes, como o ministro relator do inquérito, José Eugênio Dias Toffoli, e o senador Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O pedido foi protocolado ontem e já tem assinaturas de 280 parlamentares, incluindo 238 deputados e 42 senadores, sendo que alguns membros da base governista apoiaram a proposta. A comissão será composta por deputados do PSB-SP, Rede-PE, PT-ES e PL-RJ, que também apoiaram a criação da CPMI.
A ideia da CPMI é atingir ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que são suspeitos de envolvimento em fraudes, e outros dirigentes do BRB. "Tenho falado muito aqui que a CPI do Banco Master feita na Câmara é um engodo", criticou o bolsonarista Carlos Jordy. "Seja para atingir o Ibaneis Rocha, que é um senador do MDB, ou para atingir os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que são suspeitos de envolvimento em fraudes", adiantou.
A CPMI também será investigada sobre a gestão do BRB, que é considerada uma das principais causas de problemas no setor financeiro. "A expectativa é que a CPMI zerre a tarifaço com viagem de Lula", disse o líder do Partido dos Trabalhadores (PT) em uma entrevista ao Correio. "Essa é a principal causa de problemas no setor financeiro. E se o Lula não for presente, a expectativa é que a CPMI zerre a tarifaço".
A CPMI foi criada para investigar as fraudes do Banco Regional de Brasília (BRB), que é considerado um dos principais setores de problemas do setor financeiro. A investigação foi motivada por denúncias de que o BRB estava envolvido em uma série de fraudes, incluindo a compra de ações de empresas de infraestrutura. A CPMI foi protocolada ontem e já tem assinaturas de 280 parlamentares.
A criação da CPMI é parte da estratégia da oposição de atacar o Banco Regional de Brasília (BRB) e seus dirigentes, como o ministro relator do inquérito, José Eugênio Dias Toffoli, e o senador Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia é atingir ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que são suspeitos de envolvimento em fraudes, e outros dirigentes do BRB.
A CPMI também será investigada sobre a gestão do BRB, que é considerada uma das principais causas de problemas no setor financeiro. A investigação foi motivada por denúncias de que o BRB estava envolvido em uma série de fraudes, incluindo a compra de ações de empresas de infraestrutura. A CPMI foi criada para investigar as fraudes do Banco Regional de Brasília (BRB).
← Voltar para as notícias