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“Comprar Bitcoin” atinge pico de pesquisas no Brasil, EUA e Argetina

Aumento nas Pesquisas por "Comprar Bitcoin"

O interesse por "comprar Bitcoin" teve um aumento significativo no Google, alcançando seu pico mensal em fevereiro no Brasil, Estados Unidos e Argentina. Nesse mesmo período, a criptomoeda registrou uma queda de 20%.

Os dados do Google Trends indicam que a procura pelo ativo atingiu o nível máximo nos últimos 12 meses em todos os três países.

Na primeira semana de fevereiro, quando a desvalorização foi mais acentuada, o índice de buscas atingiu 100, o nível mais alto na ferramenta, simultaneamente nas três nações. Esses países estão entre os principais mercados no Índice Global de Adoção de Criptomoedas da Chainalysis.

Segundo a plataforma Mercado Bitcoin, o número de compradores foi 2,7 vezes maior que o de vendedores durante esse período, evidenciando um movimento de entrada, mesmo em meio à intensa volatilidade do mercado.

Rony Szuster, head de research da MB, aponta que o aumento nas pesquisas geralmente ocorre em momentos de estresse no mercado. Ele observa que movimentos bruscos de preços levam os investidores a buscar mais informações, muitas vezes vendo as quedas como oportunidades de investimento a longo prazo.

No Brasil, o interesse pelo ativo cresceu de maneira consistente ao longo do último ano. As buscas pelo termo "Bitcoin" aumentaram 88% entre março de 2025 e fevereiro de 2026.

Em julho do ano passado, outro pico foi registrado, quando a criptomoeda se destacou novamente entre as aplicações mais rentáveis, com uma valorização de 12% no mês.

Após alcançar uma máxima histórica de US$ 126 mil em outubro, a principal criptomoeda acumulou uma queda superior a 45%. Apesar dessa forte oscilação, a Mercado Bitcoin afirma que a estratégia de aportes recorrentes continua sendo a mais recomendada.

“Essa estratégia dilui o preço médio ao longo do tempo e reduz a necessidade de análises gráficas, além de minimizar preocupações com as flutuações do mercado”, explica Szuster.


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