Como começou o 'chororô' em Flamengo x Botafogo? Resenha explica origem de provocação que foi parar até no GreNal: 'Não vai chorar quando perder, né?'
No final dos anos 2000, Flamengo e Botafogo esquentaram ainda mais a rivalidade no clássico. Resenha desta semana, que vai ao ar nesta sexta-feira (13), às 21h30 (de Brasília), no plano premium do Disney+, contou os bastidores de um dos episódios mais emblemáticos entre os clubes.
Em 2008, na final da Taça Guanabara, o Flamengo foi campeão em cima do Botafogo, que ficou na bronca com a arbitragem por conta de um pênalti marcado em Fábio Luciano, zagueiro do Rubro-Negro, e convertido por Ibson. Vídeo, conversa e mais: como foi o papo de Jardim com Paquetá no Flamengo até definir posição que mais agrada meiaBruno Andrade
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Durante o programa, que teve o próprio Ibson como um dos convidados especiais ao lado de Sidney Moraes, o ex-zagueiro do Flamengo, hoje comentarista dos canais ESPN, lembrou de toda a polêmica que o lance gerou, incluindo o "chororô" feito por Souza, o "Caveirão", para ironizar a reação alvinegra após a perda do título. "Começou comigo, um zagueiro (do Botafogo), se eu não me engano uruguaio, puxa a minha camisa dentro da área. Eu não cavei (o pênalti), a única coisa que eu fiz foi abaixar um pouquinhão mais o corpo", lembrou Fábio.
"Após o jogo, os jogadores do Botafogo foram até a coletiva, se emocionaram, desabafaram em relação ao pênalti e ao que achavam que acontecia entre Flamengo e Botafogo. Aí criou essa imagem, alguns chegaram a chorar na coletiva, aí o Souza 'Caveirão', na quarta-feira seguinte, faz o gol, faz o choro, e a Nação comprou essa ideia, até hoje isso é feito na arquibancada", prosseguiu.
"O Souza era super sagaz, percebia muito a relação do torcedor, ele tinha esse sentimento do torcedor, a provocação era muito dentro dele, não só contra o Botafogo. Parecia que ele sentia aquele feeling da arquibancada e transmitia para o campo".
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