Como a CIA ‘guiou’ ataques de Israel que mataram Ali Khamenei no Irã
CIA auxiliou em ataques israelenses que resultaram na morte de Ali Khamenei
Informações da CIA foram fundamentais para o ataque conjunto entre EUA e Israel que resultou na morte de Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e outros quatro altos oficiais. O jornal The New York Times revelou que a agência de inteligência americana monitorava Khamenei e tinha conhecimento de uma reunião crucial que estava prestes a ocorrer.
Teerã confirmou a morte de Khamenei após uma ofensiva aérea em sua capital, onde os ataques foram direcionados com base em informações coletadas pela CIA. A reportagem indica que a agência vinha acompanhando o líder supremo por meses e soube que uma reunião de altos escalões do governo iraniano estava agendada para um complexo no centro de Teerã.
Inicialmente, os ataques estavam planejados para ocorrer à noite, mas, com as informações recebidas, os planos foram ajustados. Os EUA compartilharam os dados com Israel, que então planejou o ataque.
A ofensiva teve início por volta das 6h em Israel, com mísseis de longo alcance atingindo o complexo por volta das 9h40. Durante a ação, altos membros da segurança nacional iraniana estavam reunidos no local, e Khamenei se encontrava em um edifício próximo.
Além do líder supremo, outras quatro figuras proeminentes também perderam a vida: Abdolrahim Mousavi, comandante do Estado-Maior das Forças Armadas; Mohammad Pakpour, chefe da Guarda Revolucionária Islâmica; Ali Shamkhani, assessor próximo de Khamenei e responsável pelo Conselho Nacional de Defesa; e Aziz Nasirzadeh, ministro da Defesa.
Pakpour e Shamkhani foram identificados como "mártires" pelos meios de comunicação iranianos, destacando seus papéis significativos na segurança do país.
Em resposta, o Irã iniciou uma série de ataques em várias localidades no Golfo Pérsico, incluindo Abu Dhabi e áreas próximas a bases militares americanas. A situação se intensificou com novos ataques à capital iraniana, aumentando os temores de um conflito regional mais amplo.
O presidente Trump declarou que os bombardeios americanos, apoiados por uma significativa mobilização militar na região, continuarão "enquanto for necessário".
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