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Cleitinho admite compor chapa com Roscoe para disputar o governo de Minas

Cleitinho considera aliança com Roscoe na corrida pelo governo de Minas

Senador declarou que está “à disposição” do presidente da Fiemg

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) manifestou a possibilidade de formar uma chapa com Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), como seu vice na disputa pelo governo de Minas Gerais.

Em entrevista à coluna Poder em Minas, o parlamentar afirmou que está "à disposição" do empresário, embora tenha destacado que ainda não houve conversas concretas sobre a aliança.

Roscoe é cogitado para se filiar ao PL, partido que é aliado de Cleitinho, e é visto como um bom nome para equilibrar uma chapa liderada pelo senador.

Na última segunda-feira (2), o presidente da Fiemg comentou à Itatiaia que tem mantido conversas com diversas lideranças políticas desde que manifestou interesse em participar das eleições gerais deste ano.

“Estou ciente de que o movimento político depende de várias variáveis e nosso objetivo é contribuir para o processo, somar e não dividir. Não estou buscando espaço, esse não é nosso propósito”, afirmou.

“Neste momento, existem opções sendo estudadas, mas o que faz mais sentido é o PL. O cargo não é o mais importante; o relevante é contribuir. Aceitarei qualquer missão, exceto no Legislativo; nesse caso, seria governo ou vice-governador”, completou.

Atualmente, o PL ainda não definiu um nome para a disputa deste ano. O partido enfrenta diversas correntes internas, tentando encontrar uma solução para a chapa majoritária. Na semana passada, o nome de Roscoe foi mencionado pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, em anotações que vazaram para a imprensa.

Dentro do partido, parte da legenda defende que Roscoe se una a uma liderança da direita para a chapa ao governo do estado, enquanto outras correntes sugerem que o PL deveria se aproximar do projeto do PSD em Minas Gerais.

A coluna também questionou Cleitinho sobre eventuais divergências entre ele e o presidente da Fiemg, como a questão da escala 6x1 no Brasil, criticada por Roscoe e defendida por Cleitinho. Não houve resposta até a publicação, mas o espaço continua aberto.


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