China quer usar inteligência artificial para gerar empregos
CHINA QER USAR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA GERAR EMPREGOS
A China está aprovando um plano para usar inteligência artificial (IA) para gerar empregos em diversos setores, incluindo serviços e indústria. A estratégia busca compensar a desaceleração econômica prolongada e o envelhecimento da população trabalhadora.
O GOLPES DA IA E O Povo Chino
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Pequim divulgou planos detalhados durante a sessão parlamentar que apostam na disseminação da IA para setores além da manufatura, incluindo serviços, de acordo com a Reuters. A estratégia prevê o desenvolvimento de modelos específicos para cada indústria.
A iniciativa busca compensar a desaceleração econômica prolongada e o envelhecimento da população trabalhadora. Isso porque cerca de 300 milhões de pessoas devem se aposentar na próxima década, pressionando os orçamentos previdenciários.
REFORMULAÇÃO DO DESEMPEGO JÚNEO
Wang Xiaoping, ministro de Recursos Humanos, declarou que a China está trabalhando para “alavancar ativamente” a IA na criação de empregos e expansão de oportunidades de emprego para os graduados universitários. O ministro mencionou 12,7 milhões de graduados universitários que precisarão de oportunidades este ano.
A IA E O DESEMPEGO NO ESTADOS-UNIS
Pesquisadores da Universidade de Stanford identificaram que a tecnologia está começando a exercer um impacto “significativo e desproporcional” sobre os novos entrantes no mercado de trabalho dos Estados Unidos.
Shujing He, analista sênior da consultoria Plenum, afirmou que “por enquanto, avançar a adoção e capacidade de IA parece ser uma prioridade política maior do que abordar preventivamente o potencial deslocamento de empregos”. Ela acrescentou que a ênfase no potencial positivo e criador de empregos da IA deixa espaço para os formuladores de políticas responderem se efeitos mais disruptivos no mercado de trabalho se tornarem evidentes.
CÉCITismo E PROTEÇÕES DE BEM-estar SOCIAL
Alicia Garcia-Herrero, economista-chefe para Ásia-Pacífico da Natixis, expressou ceticismo. “A automação tem dois grandes impactos: os salários estão sendo pressionados para baixo e… o desemprego juvenil continuará a subir”, disse. “Se a China não introduzir algum tipo de renda básica universal… não há como a população chinesa lidar com esse choque”, acrescentou.
O FUTURO DO TRABALHO CHINO
Zhu Huarong, presidente da Changan Automobile, disse estar otimista de que o impulso de implementação de IA da China transformaria a indústria automobilística em uma “indústria do amanhecer” em vez de uma em declínio.
CONCLUSÃO
A China está aprovando um plano para usar inteligência artificial (IA) para gerar empregos em diversos setores, incluindo serviços e indústria. A estratégia busca compensar a desaceleração econômica prolongada e o envelhecimento da população trabalhadora. No entanto, é necessário monitorar a evolução da IA e os impactos potenciais no mercado de trabalho.
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