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China celebra ano ‘histórico’ na relação com EUA, apesar da guerra com Irã

CHINA CELEbra Ano Histórico com EUA, Apesar da Guerra com Irã

08/03/2026 21h36

Atualizado 4 horas atrás

Pequim celebra ano “histórico” na relação com EUA, apesar da guerra com Irã

Atualizado em: 08/03/2026, às 21h36

Ano marcante para relações China-EUA, com potencial de estabilidade

Pequim celebrou o ano de 2026, apesar da guerra com o Irã, considerando que essas duas potências têm uma relação “histórica” e podem trabalhar juntas para um desenvolvimento sólido e estável das relações.

Ministro das Relações Exteriores Wang Yi destaca a importância da cooperação

“Quando ambos os lados se tratam com sinceridade e boa fé, este poderia ser um ano marcante para o desenvolvimento sólido, estável e sustentável das relações China-EUA”, declarou o Ministro das Relações Exteriores Wang Yi, abrindo o dia de celebração.

A China está vulnerável à instabilidade no Oriente Médio

As tensões no Oriente Médio, causadas pela guerra no Irã, também representam uma ameaça significativa para as relações entre Pequim e Washington. A instabilidade no Oriente Médio, que afeta cerca de 13% da importação de petróleo da China, também prejudica os esforços de Pequim para diversificar seu fornecimento de petróleo.

Pequim defende sua Iniciativa de Segurança Global

O Ministro das Relações Exteriores Wang Yi também destacou sua defesa da Iniciativa de Segurança Global, considerada uma estrutura melhor do que a lei da selva e a abordagem intervencionista de Washington. No entanto, é improvável que essa defesa possa prevenir a estabilização das relações entre a China e os EUA ou desestabilizar o cancelamento da cúpula.

Pequim tenta fortalecer as relações com Washington

Mesmo antes da conferência de imprensa, já havia indícios de que ambos os lados estavam preparando um acordo para ser anunciado pelos líderes. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, e o vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, devem se reunir no próximo fim de semana em Paris para estabelecer as bases desse acordo.

Preços do petróleo disparam e a China se vê vulnerável às interrupções na produção e no transporte de petróleo

As interrupções na produção e no transporte de petróleo da região fizeram os preços da energia dispararem. Além disso, a instabilidade do Irã, que representa cerca de 13% da importação de petróleo marítimo da China, prejudica os esforços de Pequim para diversificar seu fornecimento.

Pequim defende a importância de manter a distensão com Washington

A China defende sua Iniciativa de Segurança Global como uma estrutura melhor do que a lei da selva e a abordagem intervencionista de Washington. A falta de apoio significativo da China a seus aliados corre o risco de minar a própria mensagem de que a China oferece uma alternativa confiável ao poder americano.

Pequim tenta fortalecer as relações com sua parceira estratégica da ONU

O Ministro das Relações Exteriores Wang Yi também destacou a importância de manter a distensão com Washington e a China defende sua posição como parte da Organização das Nações Unidas. Além disso, a China defende sua posição em relação à crise no Oriente Médio e a sua defesa de manter a estabilidade no continente.

Pequim busca estabilizar suas relações com os EUA

Pequim tenta fortalecer as relações com Washington e defender sua posição em relação à crise no Oriente Médio. A China defende sua Iniciativa de Segurança Global e busca estabilizar suas relações com os EUA, apesar da guerra com o Irã.

Pequim busca estabilizar suas relações com sua parceira estratégica da ONU

Pequim busca fortalecer suas relações com sua parceira estratégica da ONU e defender sua posição em relação à crise no Oriente Médio. Além disso, a China busca estabilizar suas relações com os EUA e defender sua posição como parte da Organização das Nações Unidas.

Pequim defende a importância de manter a estabilidade no continente

Pequim defende a importância de manter a estabilidade no continente e a sua defesa de manter a distensão com Washington e os EUA. Além disso, a China busca fortalecer suas relações com sua parceira estratégica da ONU e defender sua posição em relação à crise no Oriente Médio.

Pequim busca estabilizar suas relações com sua parceira estratégica da ONU

Pequim busca fortalecer suas relações com sua parceira estratégica da ONU e defender sua posição em relação à crise no Oriente Médio. Além disso, a China busca estabilizar suas relações com os EUA e defender sua posição como parte da Organização das Nações Unidas.


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