Chefe do Pentágono diz que pode pedir pizzas aleatórias para confundir “índice”
Chefe do Pentágono menciona pedidos de pizza para confundir perfil militar
24/02/2026 18h50
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, fez uma declaração humorística ao sugerir que poderia realizar pedidos aleatórios de pizza para confundir um perfil nas redes sociais. Esse perfil tenta antecipar operações militares com base na movimentação de pizzarias nas proximidades do Pentágono.
A fala ocorreu durante uma entrevista à Fox News, quando Hegseth foi questionado sobre o “Pentagon Pizza Report”, uma conta no X (antigo Twitter) que monitora os horários de pico nas pizzarias da área.
Recentemente, a Casa Branca anunciou que fará declarações sobre novas políticas e destacará heróis patrióticos em um discurso relacionado à agenda econômica voltada à classe trabalhadora.
O vice-presidente JD Vance também sugeriu que os EUA, junto a mais de 50 países, estabeleçam preços de referência para minerais críticos.
Hegseth comentou que está ciente do perfil e mencionou que poderia “bagunçar o sistema” com diversos pedidos em noites específicas para desorientar quem está monitorando esses dados.
“Em alguma sexta-feira à noite, se vocês notarem um aumento de pedidos do Domino’s, pode ser apenas eu no aplicativo, tirando todos do eixo. Observamos todos os tipos de indicadores”, disse ele.
O “Pentagon Pizza Report” utiliza dados públicos do Google Maps para monitorar aumentos repentinos de movimento em pizzarias perto de bases estratégicas, partindo da premissa de que picos noturnos podem indicar que autoridades estão trabalhando até mais tarde.
Em junho do ano passado, a conta registrou um aumento significativo na atividade nas imediações do Pentágono horas antes de um grande ataque israelense ao Irã.
Embora Washington negue participação nesse ataque específico, os EUA realizaram a operação “Martelo da Meia-Noite”, que bombardeou instalações nucleares iranianas.
Hegseth usou esse exemplo para enfatizar que o Pentágono analisa tanto dados abertos quanto informações sigilosas, buscando limitar a forma como esses sinais podem expor movimentos militares a observadores externos.
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