Caixa conclui pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família
Caixa finaliza pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família
O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com a adição recente, o valor médio subiu para R$ 690,01.
A Caixa Econômica Federal completou o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família. Nesta sexta-feira (27), recebem os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 0.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês, o programa atendeu 18,84 milhões de famílias, gerando um gasto de R$ 13 bilhões.
Além do valor mínimo, existem três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz fornece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses, assegurando a alimentação infantil. O programa também inclui um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes, R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos, e R$ 150 para crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar informações sobre datas de pagamento, valores e composições das parcelas no aplicativo Caixa Tem.
No último dia 12, beneficiários de 171 cidades em oito estados receberam pagamentos antecipados, independentemente do NIS. Essa ação beneficiou 122 municípios do Rio Grande do Norte, que enfrentam seca, além de cidades na Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1).
Essas localidades foram impactadas por chuvas ou estiagens e incluem comunidades indígenas vulneráveis. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários não têm mais o desconto do Seguro Defeso. Essa mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é destinado a pessoas que dependem da pesca artesanal e não podem exercer essa atividade durante o período de piracema.
Cerca de 2,51 milhões de famílias estavam sob a regra de proteção em fevereiro. Essa regra permite que famílias que conseguem emprego e aumentam a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro receba até meio salário mínimo.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano, mas essa alteração aplica-se apenas às famílias que ingressaram na fase de transição a partir de junho. Aqueles que se enquadraram até maio de 2025 continuarão a receber metade do benefício por dois anos.
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