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Avanço da chamada “direita de ocasião” provoca debate sobre identidade e coerência no cenário eleitoral

O Brasil vive um momento altamente polarizado, onde muitos se identificam com pautas conservadoras, o que pode resultar em uma considerável quantidade de votos. Nesse contexto, surgem críticas à chamada “direita de ocasião”, termo usado para descrever políticos que, em tempos de eleições, adotam discursos alinhados à direita, mesmo que não tenham mantido essa postura ao longo de suas carreiras.

Nos bastidores e nas redes sociais, a crítica se baseia na ideia de que a identidade política deve ser construída a partir de um histórico de votações, declarações e ações concretas, e não apenas por falas estratégicas em períodos eleitorais. Analistas observam que o eleitorado mais consciente está fazendo uma análise menos emocional e mais coerente. Será verdade?

Apesar das frequentes discussões sobre direita e esquerda, falta uma análise mais profunda sobre as diferenças entre esses espectros ideológicos, longe da paixão e pragmatismo que dominam o cenário atual. Um ponto a ser considerado é o tamanho do Estado: a esquerda defende um Estado maior, capaz de controlar a vida do indivíduo, enquanto a direita propõe um Estado menor, com menos intervenções. A Parabólica convida os leitores a refletirem sobre o tamanho do Estado e as dificuldades para empreender em Roraima, questionando se os governos são realmente de direita ou esquerda.

A nomeação do novo gestor de uma Escola Estadual em Rorainópolis gerou reações negativas. Em um grupo de WhatsApp de membros da comunidade escolar, as críticas surgiram, afirmando que o nomeado não é professor da rede estadual, mas sim um efetivo do município. Questionamentos sobre a falta de servidores da própria escola qualificados para o cargo foram levantados, e a escolha foi vista como “politicagem”. Há indícios de que a nomeação tenha sido uma indicação de uma deputada estadual. Curiosamente, não existem legislações que exijam que tais nomeações sejam feitas apenas por servidores ou professores estaduais.

Pedidos de engajamento nas redes sociais têm gerado complicações. Recentemente, em Santa Catarina, um ex-prefeito foi condenado a pagar R$ 10 mil por danos morais coletivos, após ter enviado um áudio a servidores exigindo que compartilhassem um vídeo dele sobre a mudança no vale-alimentação. A decisão judicial considerou a ação como coação. A prática, se disseminada em Roraima, já é observada, onde autoridades abordam servidores pedindo que verifiquem se estão acompanhando e repercutindo suas postagens.

A Prefeitura de Boa Vista firmou um contrato para manutenção predial na saúde municipal que pode chegar a quase R$ 30 milhões nos próximos dois anos. O extrato foi publicado em 2 de março, confirmando a contratação de uma empresa amazonense. Se o valor total for utilizado, a média mensal de serviços superaria R$ 1,2 milhão. O pregão eletrônico foi realizado por uma associação de Minas Gerais, que, embora previsto em lei, requer comprovação de vantajosidade.

A Prefeitura de Bonfim prorrogou o contrato do prédio da Secretaria Municipal de Educação por mais 12 meses, totalizando R$ 240 mil. O imóvel, localizado na Avenida São Sebastião, pertence a um membro de alto escalão do governo estadual e foi contratado por inexigibilidade de licitação.

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou uma resolução que exige a identificação clara de materiais produzidos com inteligência artificial e proíbe a divulgação de conteúdos manipulados nas 72 horas antes da votação e nas 24 horas após as eleições. As plataformas digitais poderão ser obrigadas a remover conteúdos ilícitos mesmo sem ordens judiciais prévias, visando reduzir o impacto dos deepfakes e garantir mais segurança ao processo eleitoral.

No Amazonas, o governador Wilson Lima (União Brasil), que havia afirmado que disputaria o Senado em 2026, decidiu permanecer no cargo. Essa mudança agita o cenário local e abre espaço para novas articulações. O episódio levanta reflexões em Roraima, onde, apesar da indefinição, algumas pré-candidaturas já não são vistas como certas. Casos como esse mostram que, até as convenções, tudo pode mudar.

As antenas da coluna captam conversas quentes dos bastidores da política local. Informação, denúncias e as notinhas apimentadas que só a coluna publica de segunda a sábado.

O Sebrae Roraima levará empresários a uma Missão Técnica Internacional - Expocomer Panamá 2026, que ocorrerá de 8 a 16 deste mês, reunindo empresas da América Latina, Europa e Ásia em um dos principais centros comerciais do continente.

Um pedido de casamento surpresa emocionou à beira do rio, enquanto a celebração de uma marca de seguidores agitou as redes sociais. O aniversário no Caribe criou um cenário paradisíaco para a comemoração, que também incluiu formatura e inscrições para uma corrida, movimentando os esportistas. A coluna ainda destaca a divulgação da cultura roraimense, uma tendência nas redes sociais, e a posse de novos professores.

“O Estado não investe em educação porque a Educação derruba o Estado.”

O presidente da Federação Paulista de Futebol está sendo investigado por suspeitas de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.

BRASÍLIA, QUARTA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2026 – Nº 4.305. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) trabalha para anunciar até abril quem pode ser seu ministro da Fazenda, caso vença a eleição presidencial. Os currículos em análise incluem Roberto Campos Neto, ex-chefe do Banco Central no Governo Bolsonaro, e um consultor esporádico do filho.

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