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Ataques israelenses matam 31 no Líbano e Irã segue com bombardeios na região; caças americanos caem no Kuwait

Ataques no Líbano resultam em 31 mortes; Irã mantém bombardeios na região

Israel declarou que suas ações são uma resposta às agressões do Hezbollah. No Chipre, uma base britânica foi alvo de um ataque supostamente realizado por um drone.

Um ataque coordenado de EUA e Israel, ocorrido no último sábado (28/2), resultou na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei. A questão agora é quem assumirá a liderança no Irã e como será o processo de sucessão.

Em retaliação, o Irã lançou mísseis contra Israel e diversos países do Golfo, atingindo até locais considerados seguros, como Dubai.

Os ataques iranianos na região prosseguiram nesta segunda-feira (2/3), com relatos de explosões no Bahrein e em Dubai, além de fumaça observada nas proximidades da embaixada dos EUA no Kuwait.

Na noite de domingo (1/3), o Hezbollah disparou mísseis contra a cidade israelense de Haifa. Em resposta, Israel realizou um ataque aéreo abrangente no Líbano, resultando em pelo menos 31 mortos e 149 feridos, segundo autoridades locais.

No Kuwait, vários caças americanos caíram na manhã de segunda. As causas do incidente estão sendo investigadas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu às forças iranianas que depusessem as armas e incentivou o povo iraniano a se rebelar contra seu governo.

Os ataques de Israel, que continuam a atingir "o coração de Teerã", intensificam a crise na região, enquanto os iranianos retaliam com mísseis e drones em alvos nos EUA e aliados.

A situação no Oriente Médio se tornou mais tensa após o assassinato de Khamenei, com o Hezbollah abrindo uma nova frente ao disparar mísseis contra Haifa. A resposta de Israel, que inclui ataques a alvos do Hezbollah, perpetua um ciclo de violência na região.

As autoridades do Kuwait informaram que as tripulações dos caças acidentados sobreviveram e foram levadas a hospitais em estado estável.

No Chipre, um drone iraniano do tipo Shahed colidiu com uma base militar britânica, causando danos materiais, conforme relatou o presidente do Chipre, Nikos Christodoulides.


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