Aprobio e a Abiove oficializam a criação da AliançaBiodiesel
Criação da AliançaBiodiesel é oficializada
A APROBIO (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil) e a ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) anunciaram a formação da AliançaBiodiesel, que irá coordenar, de maneira conjunta, as principais pautas do setor no Brasil. A decisão foi tomada na última quinta-feira, 26, durante uma reunião com as associadas das duas entidades.
Essa nova articulação tem como objetivo unificar o posicionamento institucional das associações em relação a assuntos regulatórios, legislativos e de mercado. Em comunicado, a APROBIO enfatizou que a intenção é dar mais robustez à defesa do biodiesel, aumentar a comunicação com o poder público e fortalecer a competitividade do produto tanto no Brasil quanto no exterior.
Conforme as lideranças das entidades, a AliançaBiodiesel funcionará como um fórum permanente de alinhamento estratégico, promovendo diálogo com o Executivo, o Congresso Nacional e a Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, além de estreitar laços com consumidores e agentes da cadeia produtiva.
Entre as prioridades estabelecidas estão o avanço na regulamentação do setor, a criação de um ambiente mais previsível e o apoio à implementação da Lei Combustível do Futuro.
A qualidade do biodiesel também foi ressaltada como um tema central da nova agenda, com foco em reforçar a confiança do mercado e assegurar padrões técnicos elevados.
O presidente-executivo da ABIOVE, André Nassar, destacou que essa iniciativa marca um novo momento de convergência institucional. “Estamos organizando o setor para atuar de forma coordenada, com previsibilidade regulatória, fortalecimento técnico e aproximação com clientes e consumidores.”
A AliançaBiodiesel será oficialmente lançada no dia 25 de março, em Brasília, com a presença de empresários, parlamentares, representantes do Executivo e agentes do mercado.
“O biodiesel é um patrimônio do Brasil e merece todos os nossos esforços para ocupar uma posição de destaque na transição energética e na economia nacional, especialmente para toda a cadeia do agronegócio”, finalizou Nassar.
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