Após morte de PM em SP, tenente-coronel pediu à polícia para voltar ao apartamento para tomar banho
Investigação em torno da morte de policial militar em SP
Após a morte da policial militar Gisele Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto solicitou à polícia permissão para retornar ao local com o intuito de tomar banho. Inicialmente, o pedido foi negado, mas logo liberado.
Gisele foi encontrada em circunstâncias suspeitas, e o marido declarou que ela teria cometido suicídio. No entanto, a família da policial contesta essa versão, alegando que Gisele manifestou intenção de se separar e pediu ajuda ao pai dias antes de sua morte.
O tenente-coronel relatou à polícia que a discussão entre o casal ocorreu após ele comunicar a vontade de se separar. Ele afirmou que, ao sair do banheiro, encontrou Gisele caída com sua arma na mão e imediatamente acionou o resgate. Além disso, chamou a polícia e ligou para um amigo, um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Parentes de Gisele revelaram que ela vinha expressando a vontade de deixar o relacionamento, citando comportamentos abusivos por parte do marido que teriam se intensificado após o casamento em 2024. A investigação, conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, busca esclarecer as circunstâncias da morte, aguardando resultados de perícias.
A defesa do tenente-coronel ainda não se manifestou sobre os desdobramentos do caso.
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