cnnbrasil Após barril superar US$ 100, Petrobras diz que evita repassar volatilidade

Após barril superar US$ 100, Petrobras diz que evita repassar volatilidade

Petrobras diz que evita repassar volatilidade

Após barril superar US$ 100, Petrobras reafirma sua política de preços para não repassar efeitos de volatilidade externa ao consumidor brasileiro.

A estatal continua a defender sua política de preços, reafirmando que "em um cenário em que guerras e tensões geopolíticas ampliam a volatilidade do mercado internacional de energia, a Petrobras reafirma seu compromisso com a mitigação desses efeitos sobre o Brasil".

Em nota enviada ao CNN Money, a Petrobras afirma que "em um cenário em que guerras e tensões geopolíticas ampliam a volatilidade do mercado internacional de energia, a Petrobras reafirma seu compromisso com a mitigação desses efeitos sobre o Brasil".

A estatal também defende um trabalho "transparente para a sociedade brasileira" e reforça que não adianta decisões sobre reajuste de preços, mas que "por questões concorrenciais" é necessário reavaliar essas decisões.

A Petrobras defende um modelo de preços mais "sustentável", que "garanta a previsibilidade e a segurança para os clientes brasileiros, protegendo a nossa rentabilidade de maneira sustentável".

Enquanto a guerra dos Estados Unidos e de Israel com o Irã se aproxima do 11º dia de conflito, a Petrobras continua a reafirmar sua política de preços, reforçando que não é aceitável repassar efeitos de volatilidade externa ao consumidor brasileiro.

A estatal também definiu um modelo de preços mais "sustentável", que "garanta a previsibilidade e a segurança para os clientes brasileiros, protegendo a nossa rentabilidade de maneira sustentável".

O petróleo no mercado financeiro

O petróleo reverteu os ganhos vistos no pregão de segunda ao longo das negociações após-hours. No dia, o WTI (West Texas Intermediate) para abril havia fechado em alta de 4,26%, a US$ 94,77 o barril.

Já o Brent (Brent) para maio havia encerrado o dia em alta de 6,76%, com o barril cotado a US$ 98,96.

A estatal também defende um modelo de preços mais "sustentável", que "garanta a previsibilidade e a segurança para os clientes brasileiros, protegendo a nossa rentabilidade de maneira sustentável".

A Petrobras também defende um trabalho "transparente para a sociedade brasileira", reforçando que não adianta decisões sobre reajuste de preços, mas que é necessário reavaliar essas decisões.

"Essa abordagem reduz a transmissão imediata das variações internacionais para o mercado brasileiro, garantindo maior previsibilidade e segurança, protegendo nossos clientes de oscilações abruptas que se originam fora do país", afirma a estatal.


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