Aliados do Irã condenam ataques e ainda não anunciam retaliação
Condenação dos Aliados do Irã aos Ataques dos EUA e Israel
Grupos aliados do Irã no Oriente Médio manifestaram forte reprovação aos ataques realizados pelos EUA e Israel contra seu patrocinador.
Apesar das declarações, ainda não houve anúncio de participação em ações de retaliação.
A recente ofensiva abalou a imagem das cidades árabes do Golfo, que eram vistas como refúgios de estabilidade.
Explosões e sirenes ecoaram em Doha, Dubai e Tel Aviv.
Em resposta, Donald Trump foi crítico ao Irã, referindo-se a "jogos e manobras", conforme relatado por uma autoridade.
Historicamente, esses grupos têm se mobilizado rapidamente em defesa do Irã, mas enfrentam diferentes níveis de enfraquecimento nos últimos anos.
O Hezbollah, uma força que já foi temida no sul do Líbano, viu suas capacidades severamente reduzidas devido a uma série de ataques israelenses. O grupo convocou outros países a se oporem às ofensivas.
“Estamos confiantes de que o inimigo americano e israelense receberá um grande tapa na cara e não colherá nada além de fracasso com sua agressão tirânica e criminosa”, afirmou o grupo em um comunicado.
Em declarações veiculadas pela televisão, o líder houthi Abdulmalik al-Houthi declarou que suas forças estão "em estado de alerta máximo para quaisquer desdobramentos necessários".
Al-Houthi também buscou tranquilizar outros países do Oriente Médio que já enfrentaram ataques retaliatórios do Irã, afirmando que essas ações são um "direito legítimo do Irã e não têm como alvo os países onde estão localizadas as bases americanas".
O Hamas, que sofreu perdas significativas na guerra em Gaza e enfrenta desafios de desarmamento, emitiu um comunicado pedindo união entre os muçulmanos, condenando os ataques e reafirmando a solidariedade com o Irã.
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