Raquel Lyra

Aliados de Raquel Lyra rejeitam apoio do PL a Flávio Bolsonaro em Pernambuco

Aliados de Raquel Lyra rejeitam apoio do PL a Flávio Bolsonaro

Aliados da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), descartam a possibilidade de aliança com Flávio Bolsonaro (PL) para as eleições de 2026. Documentos indicam que o PL considera a atual governadora como seu único nome viável para o governo no estado.

A governadora não se manifestou sobre o apoio, mas membros de sua equipe afirmam que a proposta não será considerada, pois não se alinha com sua estratégia eleitoral.

Raquel mantém uma relação próxima com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que obteve 67% dos votos em Pernambuco contra Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Seu principal concorrente local é João Campos (PSB), que deve formar uma aliança com o PT.

Recentemente, Raquel reafirmou a Lula seu apoio à sua reeleição, condicionando isso à neutralidade do presidente na disputa estadual. Aliados da governadora e integrantes do PL em Pernambuco acreditam que ela não fará campanha para Flávio Bolsonaro.

No contexto bolsonarista, há uma percepção de que Raquel pode ser uma alternativa viável diante da rejeição a João Campos. O deputado Coronel Meira (PL-PE) expressou suas reservas em relação a ela, mas reconheceu que as opções são limitadas.

Além disso, as anotações revelam incertezas sobre a corrida ao Senado em Pernambuco, com possíveis candidatos como Anderson Ferreira (PL) e Miguel Coelho (União Brasil). O nome de Anderson aparece riscado em documentos, sugerindo uma possível filiação de Mendonça Filho (PL) ao PL.

Mendonça não comentou a situação, mas sua possível filiação gera divisões no partido. Gilson Machado (Podemos) contestou as anotações, reafirmando sua amizade com Mendonça e sua própria pré-candidatura ao Senado ou à Câmara.

O rascunho atribuído a Flávio Bolsonaro inclui avaliações sobre candidaturas em vários estados, como Minas Gerais, Paraná, Bahia e Alagoas, além de reflexões sobre viabilidade eleitoral e possíveis composições.

Enquanto isso, o União Brasil se aproxima do PT no Ceará e pressiona Ciro Gomes.


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