CPMI do INSS

Alcolumbre mantém votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS

Errata sobre a votação de sigilo de Lulinha

A CNN Brasil corrige a informação anterior que afirmava que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) havia determinado a anulação da quebra de sigilo de Lulinha. Na verdade, Alcolumbre manteve a decisão de quebra de sigilo, e o texto foi atualizado.

Na terça-feira (3), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, confirmou a votação da quebra do sigilo bancário de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A condução da votação ficou a cargo do presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que a realizou de forma simbólica, sem a contagem nominal dos votos. O pedido de revisão da votação foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Alcolumbre anunciou sua decisão ao abrir a sessão plenária, fundamentando-se em um estudo elaborado pela advocacia do Senado e pela coordenação da mesa diretora. Ele afirmou que não houve má interpretação do presidente da comissão sobre o número de parlamentares presentes na sessão.

"O quórum da reunião, verificado em votação nominal anterior, era de 31 parlamentares, sendo necessárias 16 manifestações contrárias para a rejeição dos itens. Mesmo que se considerasse a existência de 13 ou 14 votos contrários, esse número não alcançaria a maioria exigida", declarou Alcolumbre.

Os parlamentares da base governista argumentaram que havia membros não-titulares na comissão, o que impedia a votação do bloco de requerimentos.

“O painel eletrônico registrou o número de parlamentares presentes, informação que goza de presunção de veracidade e não foi contestada pelos requerentes, que confirmaram a validade da verificação nominal anterior”, afirma o documento oficial.

A aprovação da quebra de sigilo bancário do filho do presidente Lula culminou em um confronto físico entre os deputados da situação e da oposição.


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