Polícia Civil do Rio de Janeiro

Adilsinho, um dos principais contraventores do Rio, é preso

Adilsinho, identificado como um dos principais contraventores do Rio de Janeiro, foi detido nesta quinta-feira (26) em Cabo Frio, na Região dos Lagos. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Considerado uma das principais figuras da contravenção, Adilsinho foi capturado durante uma operação conjunta das polícias Civil e Federal. Ele estava foragido da Justiça Federal e também era procurado pela Justiça Estadual, sendo apontado como mandante de diversos homicídios. Além disso, é parte da liderança do jogo do bicho e é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no estado. Essa atividade criminosa está ligada a organizações armadas e tem alcance transnacional, segundo a Polícia Civil.

O contraventor foi encontrado em uma residência em Cabo Frio após um trabalho minucioso de inteligência, análise de dados e monitoramento realizado pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ).

Após sua prisão, Adilsinho foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais, e em seguida será transferido para o sistema prisional do estado.

Em uma declaração, o secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, ressaltou a importância do trabalho integrado e da inteligência policial.

“Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da FICCO, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado.”

Adilsinho já era alvo de investigações relacionadas a homicídios. Em 05 de fevereiro, a Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação contra suspeitos envolvidos em assassinatos ligados ao comércio ilegal de cigarros na cidade.

Na ocasião, ele foi identificado como mandante do homicídio de Fabrício Alves Martins de Oliveira, ocorrido em outubro de 2022 em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão preventiva do contraventor já havia sido decretada durante o andamento do inquérito.


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