49% da ciência brasileira é feita por mulheres, mas elas ainda são menos influentes
49% da ciência brasileira é feita por mulheres, mas elas ainda são menos influentes.
Estudo revela que, embora a participação feminina na ciência brasileira tenha crescido significativamente entre 2002 e 2022, o impacto de suas pesquisas em políticas públicas ainda está bem abaixo do registrado entre homens.
Aumento notável da participação feminina na ciência, alcançando 49% dos autores em 2022.
Brasil se destaca como o 3º país com maior representação feminina em ciência globalmente.
Pesquisas de mulheres têm menor influência em políticas públicas, um caminho crucial para o impacto social.
Estereótipos de gênero persistem, com baixa representação feminina em áreas como matemática e computação.
Cientistas apontam dupla jornada e sobrecarga devido a iniciativas de diversidade como desafios.
Aumento notável da participação feminina na ciência, alcançando 49% dos autores em 2022.
Brasil se destaca como o 3º país com maior representação feminina em ciência globalmente.
Pesquisas de mulheres têm menor influência em políticas públicas, um caminho crucial para o impacto social.
Estereótipos de gênero persistem, com baixa representação feminina em áreas como matemática e computação.
Cientistas apontam dupla jornada e sobrecarga devido a iniciativas de diversidade como desafios.
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