Karen Bachini

3 lições gratuitas de Karen Bachini sobre o que não fazer em uma crise

Lições de Karen Bachini sobre o que evitar em uma crise

Recentemente, a influenciadora Karen Bachini recebeu uma notificação extrajudicial da WePink, marca da Virgínia Fonseca, que a solicitava a remoção de um vídeo. Nele, ela comentava relatos de consumidores que tiveram reações adversas ao WeDrop, um sérum para cílios e sobrancelhas. Karen não apenas se negou a retirar o conteúdo, mas também abordou o tema de maneira ainda mais crítica, transformando a situação em um verdadeiro guia sobre como não gerenciar crises.

No vídeo inicial, a influenciadora destacou o caso de uma consumidora que sofreu queimaduras na córnea após usar o WeDrop, além de mencionar outras reclamações semelhantes encontradas no Reclame Aqui. No segundo vídeo, publicado na última sexta-feira (11), ela não apenas criticou a atitude da empresa, mas também trouxe informações sobre o desenvolvimento de produtos que muitos consumidores desconhecem, além de dicas valiosas para marcas que enfrentam críticas nas redes sociais.

1. NÃO TENTE SILENCIAR AS CRÍTICAS

Uma das primeiras críticas feitas por Karen foi sobre a abordagem da WePink, que utiliza notificações extrajudiciais como estratégia para silenciar influenciadores e consumidores insatisfeitos. Para ela, essa prática revela que a marca está mais preocupada em abafar a repercussão negativa do que em solucionar os problemas apresentados.

2. TENHA RESPONSABILIDADE COM SEU PORTFÓLIO

Karen, que possui formação técnica em perícia cosmética e experiência no desenvolvimento de produtos, enfatizou que lançar um cosmético requer mais do que uma ideia criativa ou a cópia de um produto de sucesso. É essencial ter responsabilidade e suporte técnico adequado.

Ela explicou que a maioria dos cosméticos no mercado é classificada como de grau 1, atuando apenas na camada superficial da pele. Produtos de grau 2, como o WeDrop, que prometem benefícios mais profundos, estão sujeitos a reações adversas e precisam passar por testes rigorosos.

Além disso, Karen ressaltou que, para cada nova categoria de produto, é crucial montar uma equipe técnica especializada e considerar a realização de testes que vão além das exigências da Anvisa, como forma de proteção jurídica em casos de reações adversas.

3. EM CASO DE CRISE, PRIORIZE OS CONSUMIDORES AFETADOS

Por fim, Karen deixou uma importante lição sobre suporte ao consumidor. Em uma crise, a primeira atitude de uma marca deve ser oferecer assistência aos consumidores impactados. Se a reação for confirmada, é vital agir com responsabilidade: suspender vendas, retirar o produto do mercado, pedir desculpas e garantir a segurança de outros consumidores.


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