100 dias para a Copa do Mundo: o ranking das maiores forças do Mundial
100 dias para a Copa do Mundo: ranking das seleções
Faltam apenas 100 dias para o início da Copa do Mundo de 2026. A contagem regressiva avança nesta terça-feira (3), aproximando os torcedores da maior competição de futebol do mundo, que começa no dia 11 de junho, com o confronto entre México e África do Sul na Cidade do México.
Na última semana de março, as seis vagas finais serão decididas, completando os 48 países participantes que disputarão a competição em México, Estados Unidos e Canadá.
Para celebrar a data, a ESPN convocou jornalistas de diversas partes do mundo para elaborar um ranking das 15 seleções mais fortes atualmente. Um novo ranking será divulgado quando faltarem 50 dias (22 de abril), já com todas as seleções definidas, e outro na semana de abertura, revelando quem estará em plena forma.
Com quase unanimidade, a Espanha ocupa a primeira posição, recebendo 15 dos 21 votos. A equipe atravessa um momento positivo, mas a dúvida permanece sobre sua capacidade de manter essa supremacia durante a Copa.
Apesar de não ter brilhos absolutos nas eliminatórias, onde venceu cinco de seis jogos contra Bulgária, Turquia e Geórgia, a La Roja possui um ataque talentoso, liderado por Lamine Yamal, Pedri e Ferran Torres. O título da Eurocopa 2024 reforçou a força coletiva, embora a defesa ainda gere incertezas, especialmente em relação à dupla de zaga. Unai Simón deve ser o goleiro titular, apesar da boa fase de David Raya.
O jovem Lamine Yamal, com 22 participações em gols em 22 jogos na LALIGA pelo Barcelona, se destaca contra defesas mais fechadas. No entanto, sua pouca idade e o elevado número de minutos jogados geram preocupações. O grupo com Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai não impõe grandes desafios, mas adversários mais fortes exigirão maior maturidade.
Com um elenco profundo e estrelas em todas as posições, a França se apresenta forte novamente.
A lembrança da final de 2022, perdida nos pênaltis para a Argentina após um empate emocionante em 3 a 3, ainda pesa. Didier Deschamps já anunciou que deixará o cargo após a Copa, aumentando a pressão por uma despedida gloriosa.
Kylian Mbappé enfrenta um tratamento no joelho, mas as opções como Olise, Doué e Dembélé oferecem alternativas. O grupo com Senegal e Noruega promete ser desafiador desde o início.
A Argentina, campeã em 2022 e bicampeã da Copa América, já assegurou sua vaga desde março de 2025. Em uma transição geracional, a equipe busca conquistar títulos consecutivos, algo que não ocorre desde a seleção brasileira de 1958-62. Jogadores como Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister e Lautaro Martínez formam um elenco forte. O grupo com Argélia, Áustria e Jordânia é considerado acessível.
A eterna questão "It’s coming home?" persiste para a seleção inglesa, que busca encaixar as peças certas. Harry Kane é a referência, enquanto Saka e Gordon ampliam as opções de ataque. Declan Rice traz equilíbrio ao meio-campo.
Thomas Tuchel ainda está em busca da combinação defensiva ideal. O grupo com Croácia, Gana e Panamá não permite erros.
Após duas eliminações seguidas nas quartas de final, o Brasil aposta na experiência de Carlo Ancelotti para transformar talento em títulos.
Jogadores como Rodrygo, Raphinha e Vinicius Jr. oferecem explosão ofensiva, mas a defesa ainda causa preocupação. Gabriel Magalhães e Alisson são pilares, enquanto Bruno Guimarães e Casemiro devem trazer estabilidade. Recentes derrotas para Bolívia e Japão mostram que ajustes ainda são necessários.
A única taça que Cristiano Ronaldo não conquistou pode ser sua última oportunidade. No entanto, o protagonismo está mais dividido entre Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Vitinha e Rafael Leão.
A dúvida permanece se Roberto Martínez conseguirá transformar CR7 em um jogador de apoio. O grupo é acessível, mas os testes contra México e EUA oferecerão uma visão mais clara.
Quatro vezes campeã mundial, a Alemanha busca se reerguer após quedas na fase de grupos nas duas últimas Copas. O talento está presente com jogadores como Kimmich, Wirtz e Musiala, mas faltam certezas.
O grupo, teoricamente tranquilo, conta com Curaçao, Costa do Marfim e Equador.
A seleção da Holanda é irregular, mas tem talento. Memphis Depay é a principal arma ofensiva, com Gakpo e Malen nas laterais. No meio, De Jong e seus companheiros oferecem qualidade, enquanto Virgil van Dijk é uma presença respeitável na defesa.
Semifinalista em 2022, o Marrocos quer provar que sua campanha não foi um acaso. Com um desempenho perfeito nas eliminatórias (8-0-0), o elenco competitivo, liderado por Hakimi, se destaca. No entanto, o grupo com Brasil, Haiti e Escócia apresenta desafios.
De volta após a ausência em 2022, a Colômbia chega embalada, invicta há um ano. Luis Díaz é a referência no ataque, enquanto James Rodríguez busca recuperar seu protagonismo.
A "Geração de Ouro" envelheceu, mas Courtois continua sendo um goleiro de elite. De Ketelaere e Doku simbolizam a renovação. O grupo acessível deve garantir a vaga no mata-mata.
Com oito vitórias em oito jogos nas eliminatórias e 37 gols marcados, a Noruega conta com Haaland, que fez 16 gols. A dúvida é como se comportará em sua primeira Copa desde 1998.
Campeão da Copa Africana de Nações, Senegal entra confiante, com Mané, Nicolas Jackson e Koulibaly liderando um elenco experiente. Contudo, dividir o grupo com França e Noruega
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